08
Fev 11

 

 

Em decorrência ao uso desenfreado de aparelhos eletrônicos na sala de aula, o Ministério Público Estadual de Roraima (MPE-RR), por meio das Promotorias da Educação e da Infância e Juventude, expediram na manhã desta terça-feira (8), recomendação às escolas públicas e privadas do Estado. Com a medida, os alunos não poderão fazer uso do celular no momento em que as aulas estiverem sendo ministradas.
A notificação recomenda que as unidades escolares do Estado adotem medidas administrativas para que celulares, MP3, MP4 e aparelhos eletrônicos do mesmo gênero permaneçam desligados durante a aula. A informação deve ser repassada à comunidade escolar destacando que a proibição abrange o horário de aula, ficando livre a utilização dos aparelhos no intervalo (recreio).
Se constatada pela direção da escola que, no período permitido, os aparelhos estejam sendo utilizados pelos alunos para situações perniciosas, o mesmo deverá ser desligado de imediato e os pais ou responsáveis serão chamados para tomarem ciência do fato. As secretárias de Educação do Estado e Município assim como representantes das escolas particulares têm 15 dias para adoção das providências previstas na notificação recomendatória.
A recomendação considera que a utilização indevida dos aparelhos eletrônicos por estudantes dentro da sala de aula prejudica o aprendizado da turma por ser uma distração para quem o utiliza e da mesma forma aos colegas. As escolas, em sua maioria, têm em seus regimentos internos a proibição desses objetos; no início de cada ano letivo, essa informação é repassada aos pais, mas a medida não é obedecida.
“Temos muitos problemas com a distração dos alunos durante as aulas. O celular tem sido um dos pontos negativos que a escola tem combatido”, disse a gestora de escola particular, Geane Monteiro. A maior dificuldade, segundo explicou, é a resistência dos pais em aceitar que os filhos não usem o aparelho na escola. “Os pais têm medo de sequestro, de crimes de pedofilia”, completou ao destacar que a recomendação do MPE-RR vai ajudar as escolas a tratar do assunto respaldado em lei.
Desde o ano passado, a Promotoria de Justiça de Defesa da Pessoa com Deficiência, Idoso e Direito à Educação (Pro-DIE), vem acompanhando, por meio de procedimento investigatório, o uso de aparelhos eletrônicos por alunos nas escolas. Diligências feitas por servidores do Ministério Público constataram as dificuldades encontradas por gestores das unidades escolares em decorrência do mal uso do celular durante a aula.
Troca de mensagens, inclusive “colas” em dias de provas, acesso a jogos, além da proliferação de vídeos reforçam a medida que restringe o uso do celular na escola.  “Tivemos registro de uso do aparelho para cometimento de crimes como a difusão de imagens pornográficas, algumas feitas por alunos menores de idade”, observou o promotor de Justiça da Infância e Juventude, Márcio Rosa.
FONTE:FOLHA DE BOA VISTA / http://www.folhabv.com.br/noticia.php?id=103059
publicado por profdbio às 23:03
08
Fev 11

Biologia é a Ciência que estuda os seres vivos, e não as Ciência da vida, como alguns temam em definir este maravilhoso campo de saber. Vejamos porque:

 

Ao dizermos o segundo conceito estaremos obrigados a definir o que é vida. Sabemos que esta tarefa é bastante complexa e qualquer explicação por mais completa que parecesse ficaria ainda muito impregnada nos campos poético ou metafísico. "O QUE É VIDA?" É muito difícil definir em termos científicos. Ilustramos abaixo este fato, através de  um poema retirado da web no site: http://www.atibaiamania.com.br/artigos/cuie/vidaemorte.htm, em que o autor, descreve o momento do nascimento, colocando-o muito parecido com o momento da morte.

 

 

 

Vida e Morte

Rápido como um raio,

forte e arrebatador,

roubando-me o chão,

o espectro da morte chegou,

e, a um só tempo, disseminou

trevas, desconforto, suor, fogo e gelo,

empurrando-me ao limiar da eternidade,

entre o desejo de permanecer e a

impotência da recusa.

 

O calor abrasador

toma conta do rosto escuro,

e o corpo combalido

luta contra as trevas e o esmorecimento.

Os olhos da mulher amiga, assustados, revelam

a gravidade e a dor pela indesejada inércia...

Seu lindo rosto, agora pálido,

impulsiona-me a lutar...

 

Em fração de segundos

desaparece o calor e o frio toma conta

do rosto lívido.

Tristes e desconsolados

os olhos da mulher, sofrendo,

continuam a evidenciar

a hora derradeira...

 

Triste pela despedida, ainda me questiono:

Qual medo é maior?

Morrer ou Nascer novamente?

José de Anchieta Loriano

(e-mail: anchietaloriano@uol.com.br)

 

 

publicado por profdbio às 09:43
08
Fev 11

 

Nunca antes se ouviu falar tanto nessa palavra quanto nos dias atuais: Sustentabilidade. Mas, afinal de contas, o que é sustentabilidade?
Segundo o dicionário: “sustentabilidade é um conceito sistêmico; relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana”.
Mas você ainda pode pensar: “E que isso tudo pode significar na prática?”
Podemos dizer “na prática”, que esse conceito de sustentabilidade representa promover a exploração de áreas ou o uso de recursos planetários (naturais ou não) de forma a prejudicar o menos possível o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda a biosfera que dele dependem para existir. Pode parecer um conceito difícil de ser implementado e, em muitos casos, economicamente inviável. No entanto, não é bem assim. Mesmo nas atividades humanas altamente impactantes no meio ambiente como a mineração; a extração vegetal, a agricultura em larga escala; a fabricação de papel e celulose e todas as outras; a aplicação de práticas sustentáveis nesses empreendimentos; revelou-se economicamente viável e em muitos deles trouxe um fôlego financeiro extra.
A sociedade moderna está consumindo cada vez mais e mais recursos naturais e ao mesmo tempo polui em níveis alarmantes o meio ambiente. Estamos vivendo o limiar de uma história de gastança e desperdício, estando muito próximos de um colapso ambiental com todas as suas conseqüências para todos nós e para as gerações futuras.
O Homem do século XXI, em um aspecto biológico, está se tornando mais consciente de que o Planeta necessita respirar. Atualmente está tomando atitudes viáveis para um desenvolvimento contínuo e “limpo”. Está criando projetos empresariais e sociais que atendam os parâmetros de sustentabilidade. Muitas comunidades que antes viviam sofrendo com doenças de todo tipo; provocadas por indústrias poluidoras instaladas em suas vizinhanças viram sua qualidade de vida ser gradativamente recuperada e melhorada ao longo do desenvolvimento desses projetos.
As crianças são nossa maior esperança de mudar este mundo imperfeito – que a nossa e as gerações anteriores criaram. É a razão para acreditarmos que vale a pena lutarmos contra a apatia e o descaso das pessoas em geral, políticos, empresários, religiosos, trabalhadores, enfim, todos que ficam no discurso vago e não assumem seu papel neste momento importante de transformação
Concluindo, de uma forma simples, podemos afirmar que garantir a sustentabilidade de um projeto ou de uma região determinada; é dar garantias de que mesmo explorada essa área continuará a prover recursos e bem estar econômico e social para as comunidades que nela vivem por muitas e muitas gerações.

 

Por:

Camila Zanella

Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI

Itajaí – SC

 

EXTRAÍDO DE :http://netobio.wordpress.com/2009/03/26/o-homem-biologico-do-seculo-xxi/

publicado por profdbio às 09:37
08
Fev 11

 

As perdas financeiras com a evasão no ensino superior em 2009 chegam a cerca de R$ 9 bilhões, segundo cálculo do pesquisador do Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação, da Ciência e da Tecnologia, Oscar Hipólito, com base nos números do Censo do Ensino Superior divulgados pelo Ministério da Educação em dezembro do ano passado.
Os dados do censo mostram que de 2008 para 2009, um total de 896.455 estudantes abandonaram a universidade, o que representa uma média de 20,9% do universo de alunos. Nas instituições públicas, 114.173 estudantes (10,5%) largaram os cursos. Nas particulares, um total de 782.282 alunos (24,5% dos estudantes) evadiram.
Cada estudante custa por volta de R$ 15 mil ao ano na universidade pública e em média R$ 9 mil ao ano na instituição privada, de acordo com o pesquisador, que é ex-diretor do Instituto de Física do campus São Carlos da Universidade de São Paulo (USP).
Para receber o aluno, as universidades têm de manter toda uma infraestrutura pronta, com prédios equipados, material de ensino, bibliotecas, além de pagar professores e funcionários. Na universidade pública, o valor é gasto mesmo se o estudante não está lá. Já no caso da instituição particular, as mensalidades de quem abandonou o curso deixam de ser pagas. “O fato de não ter aluno é custo. A instituição está pronta para ele. Esse é um dos problemas mais graves da educação brasileira em todos os níveis”, afirmou Hipólito.
O pesquisador explica que o cálculo é uma média e tende a ser maior, já que há outros custos envolvidos na educação, como alimentação e transporte. “Se o estudante evade no primeiro ano, deixa de contribuir por quatro anos”, disse.
FONTE:FOLHA DE BOA VISTA / http://www.folhabv.com.br/noticia.php?id=102963
publicado por profdbio às 09:02
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