01
Ago 10

 

*Vai transar?*
O governo dá camisinha.

*Já transou?*
O governo dá a pílula do dia seguinte.

*Teve filho?*
O governo dá o Bolsa Família..

*Está desempregado?*
O governo dá Bolsa Desemprego.

*Vai prestar vestibular?*
O governo dá o Bolsa Cota.

*Não tem terra?*

O governo dá o Bolsa Invasão e ainda te aposenta.

 

*RESOLVEU VIRAR BANDIDO E FOI PRESO?*

a partir de 1º/1/2010 O GOVERNO DÁ O AUXÍLIO RECLUSÃO?

 

*esse é novo* >> Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, é de R$798,30 "por filho" para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso.

 

Não acredita?
Confira no site da Previdência Social.
Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS
( http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22 )

 

*MAS EXPERIMENTE ESTUDAR,TRABALHAR E ANDAR NA LINHA PRA VER O QUE TE ACONTECE!*

 

*IPTU

*INSS

*ISS

*IPVA

*IR

*CPMF

 

"Trabalhe duro, pois milhões de pessoas que vivem do Fome-Zero e do Bolsa-Família,  sem trabalhar, dependem de você"

publicado por profdbio às 23:55
01
Ago 10

 

Em 1989, uma aluna do curso de relações internacionais da prestigiada Universidade Princeton, nos Estados Unidos, estava convencida de que muitos colegas se disporiam a promover mudanças significativas na sociedade – especialmente no que dizia respeito à desigualdade da educação entre americanos ricos e pobres. Em sua tese de graduação, ela sugeriu formar uma rede de professores de elite, jovens selecionados entre os melhores alunos das melhores universidades, em qualquer área de conhecimento, que seriam treinados para dar aula para as escolas mais problemáticas do país, localizadas em áreas pobres e violentas. Vinte anos depois, a tese de Wendy Kopp virou uma organização de US$ 200 milhões, a Teach for America, que já formou 17 mil professores e ajudou a melhorar o desempenho de 500 mil alunos carentes.

Leia também: Os segredos dos bons professores
e
Como se forma um bom aluno

Na semana passada, o programa desembarcou no Brasil (é o 14º país a adotá-lo). O projeto-piloto, de R$ 3,7 milhões, financiados principalmente pela iniciativa privada, será no Rio de Janeiro. Em agosto começa a seleção de 40 jovens recém-formados, que passarão os próximos dois anos ensinando alunos de escolas municipais localizadas em áreas violentas e pobres do Rio de Janeiro, cujos estudantes têm baixo desempenho de aprendizagem e alta evasão. Por R$ 2.500 por mês, darão aulas de reforço em português, matemática, ciências e inglês.

O programa tem dois objetivos. O primeiro: ajudar a melhorar o desempenho desse grupo de alunos. Os novos professores serão treinados por cinco semanas e aprenderão técnicas de ensino para usar em classe. Assim que assumirem suas turmas, serão orientados por um professor da própria escola. “Eles trabalharão com metas e serão avaliados. O objetivo é melhorar a nota da classe”, diz Maíra Pimentel, diretora do Ensina!, organização que toca o projeto no Brasil. As avaliações oficiais das redes públicas dos Estados Unidos mostram que os alunos que passam pelas mãos dos professores treinados pela Teach for America chegam a aprender 60% a mais, em um ano, que os que têm aulas com professores regulares.

Parte do segredo do sucesso desses professores é a seleção rigorosa dos candidatos, muito diferente dos concursos públicos, que falham ao medir conhecimento e habilidades práticas. Será assim também no Brasil. Quem quiser participar terá de apresentar seu currículo escolar, uma carta de recomendação e fazer uma prova escrita. Se passar dessa etapa, enfrentará dinâmicas de grupo, entrevistas e terá de planejar e apresentar uma aula.

O segundo objetivo – a essência do programa criado por Wendy – é fisgar a atenção de jovens de talento, futuros empresários, juízes, políticos para a educação. “Somos um programa de formação de líderes”, diz Wendy. Sua lógica é que esses “líderes” terão muito mais a dar para seu país se aprenderem algumas lições ensinando. Se, entre os que participarem do programa, uma parte decidir seguir carreira em educação, tanto melhor. Nos EUA, mais de 60% dos jovens profissionais da Teach optam pela área. Para quem decide seguir outra carreira, o currículo sai turbinado. “Eles ganham experiência em gestão de conflitos e em trabalhar com metas”, diz Maíra. Os jovens do programa estão em alta no mercado de trabalho americano, o que aumentou a disputa por uma vaga de professor. Neste ano, dos 46.300 inscritos, apenas 4.500 foram selecionados. Se der certo no Rio, o Ensina! será estendido para outras redes. E a educação do país poderá sair ganhando.

 

Revista ÉPOCA



publicado por profdbio às 16:58
01
Ago 10

Será que os adolescentes têm interesse por assuntos como eleições, candidatos, título de eleitor, propostas políticas?

No Brasil, o adolescente com 16 anos completos tem a possibilidade de participar formalmente da escolha de seus representantes políticos através do voto direto (facultativo dos 16 aos 18 anos). Mas poucos jovens ainda desfrutam desse direito. Afinal, por que eles não têm exercido o direito de voto?

Acredito que a maioria dos adolescentes reconhece a importância e a influência da política em suas vidas, mas, por outro lado, desacredita nas instituições e partidos políticos. Para grande parte deles, a política é algo distante. A forma de se fazer política no país acaba gerando nos adolescentes indiferença ou aversão, pois não conseguem se reconhecer no processo.

Os votantes tendem a deslocar a visão da política para a figura do sujeito político e para as instituições e o que ocorre é uma grande desilusão. Além da descrença nos partidos políticos, outro fator que explica o desinteresse dos adolescentes pela política é o fator temporal. Os jovens, por característica, são imediatistas, e os acontecimentos políticos ocorrem em diferentes tempos. Eles querem mudanças e, para que elas aconteçam, necessitam confiar em seus governantes, desejam políticos responsáveis e honestos que os ouçam e acabem com a corrupção.

É importante que os adolescentes percebam que os bons políticos também existem e que a inserção do jovem na política é de extrema importância para renovar quadros, trazer novas ideias e construir um novo caminho.

Espera-se que eles compreendam que sua participação no processo eleitoral é fundamental para legitimar o exercício da cidadania. É necessário que reconheçam no voto uma poderosa arma, pois só assim poderão utilizá-la como instrumento na construção de um mundo melhor.

As eleições de outubro estão aí, oferecendo-lhes uma boa oportunidade de transformá-los em protagonistas da história.

Sumaia Fuchs Curço

publicado por profdbio às 15:58
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Essa é mais uma daquelas pegadinhas de professor.....
hehehehe...ficou foda essa!
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