11
Jul 10

 

O vestibular é mais do que uma prova que você irá fazer no final do ano. Todos os estudantes que obtém sucesso neste processo, não apenas estudaram, mas criaram hábitos de estudos que lhes ajudaram a ter um bom aproveitamento e compreensão das matérias.

Um atleta olímpico precisa de muita preparação e treino para poder disputar uma medalha. Ele não somente treina, se exercita, descansa e se alimenta corretamente, mas faz isso todos os dias.

O que o torna um grande atleta não é o fato dele se dedicar esporadicamente ou algumas vezes treinar muito, mas sim manter uma regularidade em seu treino, com disciplina e hábitos efetivos para obter um resultado efetivo.

Para um vestibulando não é diferente. Não adianta nada estudar muito durante um mês inteiro e pouco no outro. É preciso haver regularidade, estudar o suficiente todos os dias. Grande parte dos estudantes aprovados nos mais concorridos vestibulares não estudou muito somente durante alguns meses ou perto do vestibular, mas estudavam um pouco, todos os dias, durante todo 2° grau.

Quando perguntado para uma estudante, que havia obtido uma das primeiras classificações na concorrida faculdade de medicina da USP, o quanto ela havia estudo para passar no vestibular, sua resposta surpreendeu a muitos: “Uma hora por dia”. Mas foi uma hora por dia desde a quinta série.

Portanto, mais do que estudar muito, você precisa criar o hábito de estudar se quiser ser bem sucedido nesta importante etapa da sua vida.

Tente desenvolver os seguintes hábitos:

1- Assuma a responsabilidade do VESTIBULAR.

Reconheça que o vestibular é uma grande responsabilidade e que para você obter sucesso será necessário tomar algumas decisões sobre suas prioridades, organize seu tempo e concentre-se nos estudos.

2- Concentre-se em seus valores.

Não deixe que seus amigos e familiares interfiram no que considera importante e na carreira que escolheu.

3- Estabeleça suas prioridades.

Concentre-se em sua prioridade e não deixe que os outros interesses o desviem de sua meta.

4- Descubra sua produtividade.
Descubra em que horário você é mais produtivo, de manhã, à tarde ou à noite. Algumas pessoas memorizam melhor pela manhã, outras têm um melhor desempenho à noite depois do jantar.

5- Descubra um bom lugar.
Descubra um lugar onde você fique mais concentrado em silêncio e onde você não se distraia. Se for estudar em casa fuja da tv e do rádio e não vá à cozinha toda hora,estabeleça horários para comer, não deixe que a cada minuto pessoas venham falar com você ou lhe pedir algo. Tranqüilidade é fundamental.

6- Não fuja dos exercícios.

Estudar além do horário de aula é mais importante do que você imagina, priorize os exercícios mais difíceis, se não conseguir resolvê-los peça explicação ao professor.

7- Considere-se um vencedor.
Tente estudar o máximo que puder, mas passar na faculdade não é tão difícil quanto parece, irá existir pressão de amigos e família, porém lembre-se que você é um privilegiado por ter a oportunidade de ingressar em uma faculdade, já que somente 12% dos jovens brasileiros alcançam o 3°grau.

Se não passar este ano não desanime, provavelmente você escolheu uma ótima e concorrida faculdade, sendo assim no próximo ano você estará bem mais preparado do que imagina.

8- Procure solucionar da melhor maneira possível seus problemas.

Por exemplo, se você não consegue entender Química por nada neste mundo, não adianta sair proclamando a todos que química é coisa de louco, concentre-se nesta matéria mais do que em qualquer outra, leia, releia, faça os exercícios, e procure professores, amigos ou um grupo de estudos para tirar suas dúvidas.

9- Não acumule

Não deixe para estudar depois do feriado ou fazer os exercícios de hoje junto com os de amanhã, tenha uma rotina e á siga rigorosamente. Acumular exercícios pode virar uma bola de neve e você só vai perceber quando não estiver entendendo mais a matéria.

10- É só por um ano!

Lembre-se, todo este esforço é só por um ano, depois você poderá voltar sair á noite, você não vai mais ouvir seus amigos: “você está estudando demais isso pode até fazer mal, vamos lá vai ser muito legal”, poderá viajar tranqüilo no meio do ano, curtir a família e namorar não vai ser mais um problema.

Mas o melhor de tudo é que você vai conhecer muitos amigos e pela primeira vez na vida vai estudar exatamente aquilo que escolheu!

Bom Vestibular.

publicado por profdbio às 14:43
11
Jul 10

 

Bom Conselho

Chico Buarque

Composição: Chico Buarque

Ouça um bom conselho
Que eu lhe dou de graça
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado, quem espera nunca alcança

Venha, meu amigo
Deixe esse regaço
Brinque com meu fogo
Venha se queimar
Faça como eu digo
Faça como eu faço
Aja duas vezes antes de pensar

Corro atrás do tempo
Vim de não sei onde
Devagar é que não se vai longe
Eu semeio o vento
Na minha cidade
Vou pra rua e bebo a tempestade

 

Link do video: http://www.youtube.com/watch?v=OzuNfDSY5iQ

publicado por profdbio às 14:32
11
Jul 10

 

Aluninho esperto...


Seu Joaquim examina o boletim do Quinzinho e conclui:
- Alguém precisa apanhar por estas notas baixas! Merece uns tabefes!
E o moleque:
- Um momentinho! Já vou buscar o endereço da professora, pai!

 

 

 

 

 

publicado por profdbio às 02:07
11
Jul 10

 

publicado por profdbio às 01:51
11
Jul 10

 

Plantas

Vegetais

Superiores ou complexos

Aqui estão os vegetais que possuem órgãos especiais para as suas funções: raiz, caule, folha e flor e divide-se em :

Angiospermas: São plantas mais conhecidas. Além de raiz, caule, folha e flor, possuem fruto e semente. As sementes ficam contidas dentro dos frutos, que são os ovários das flores, fecundados e desenvolvidos. As Angiospermas são as mais numerosas e com maior variedade na superfície Terrestre, esta se divide em dois grupos:

Monocotiledôneas – Suas sementes têm apenas um cotilédone. Os cotilédones são partes das sementes que alimentam a planta até que a raiz tenha condição de faze-lo.

Dicotiledôneas – Suas sementes têm dois cotilédones.

Gimnospermas: São as que não possuem ovários, por isso,  não se transformam em frutos, dão apenas sementes. As coníferas fazem parte deste grupo entre esta o Pinheiro.

Incompletos ou intermediários

Entre os vegetais incompletos encontram-se:

Pteridófitos – São as plantas que possuem raiz, caule e folhas, mas não têm flores. Ex.: Samambaias, Avencas. A maioria é terrestre, com caule em forma de rizoma(subterrâneo). Desenvolve-se de preferência em lugares úmidos e sombrios. Também encontrados junto a outras planta, cujos caules lhes servem de apoio.

Briófitas – Mais simples que os pteridófilos, os briófitas possuem radicelas (vestígios de raiz), caule e folha. Não possuem flores. São pequenos, frágeis e vivem em lugares úmidos, geralmente à sombra. Os mais comuns são os musgos e as hepáticas.



Os musgos vivem em troncos de árvores, sobre pedras ou no chão, formando uma espécie de tapete verde..

As hepáticas são encontradas em lugares úmidos.

Algas – São plantas muito simples, sem partes diferenciadas. Não tem raiz, caule ou folhas, e seu corpo é formado apenas por um talo. (Algumas são unicelulares autotróficas e são protistas), as algas mais numerosas estão na água, (mares, rios lagos, pântanos), mas também se encontram sobre pedras, troncos de árvores e outras superfícies muito úmidas.

Existem alguns tipos de algas:

Algas verdes ou Clorofíceas – São encontradas sob a forma de filamentos.

Algas pardas ou feofíceas – Sua cor é marrom ou marrom-esverdeado. Algumas como as laminarias,  apresentam uma ramificação chamada apressório, que permite sua fixação no fundo do mar.

Algas vermelhas ou rodofíceas – Possuem uma substância chamada ficoritrina, que lhe dá a cor característica.



Funções

Para extrair elementos necessários a sua subsistência, os vegetais possuem órgãos especiais: raiz, caule e folhas, já as flores são, na  maioria dos vegetais, o órgão responsável pela reprodução.

Cada órgão executa uma função, a qual está descrita abaixo:

Raiz,  absorve sais minerais dissolvidos em água, constituindo a seiva bruta.

Caule, conduz a seiva bruta para todas as partes do vegetal.

Folhas, realiza-se a fotossíntese, pela qual a seiva bruta é transformada em seiva elaborada, que é o verdadeiro alimento dos vegetais.

A planta elimina água em forma de gotículas. Esta função denomina-se sudação, e também elimina água em forma de vapor, chamado de transpiração.

Flores, órgãos sexuais das plantas, e por meio deles que se originam os frutos e as sementes.





Raiz / Caule

Raiz: responsável pela retirada do solo de água e os sais minerais(seiva bruta) para a laimentação da planta e fixa a planta no solo.

A raiz divide-se em:

Coifa -  É  uma espécie de capuz que protege a ponta da raiz, protege a raiz contra elementos ásperos e de alguns seres vivos, e evita o desgaste da raiz.

Zona lisa – É  também chamada de zona de crescimento é onde as células se dividem com maior frequencia.

Zona pilífera – É também chamada de zona de absorção,  nessa região existem pêlo absorventes, responsáveis pela retirada do solo de água e sais minerais, para a formação da seiva bruta.

Zona suberosa – Nessa região a raiz se ramifica, originando as raízes secundárias, que auxiliam a fixação da planta ao solo e aumentam a superfície de absorção.



Raízes subterrâneas – Podem existir três tipos:

a) Raízes fasciculadas:  várias raizes finas que tem origem em um único ponto. Ex.: Grama, no milho, cana de açucar. Etc...

b) Raizes axiais:  uma parte bem desenvolvida(raiz principal), onde parte as raminficações mas finas(raízes secundárias. Característica de vegetais de grande porte, mas pode ser encontrada no feijão, cenoura e girassol.

c) Raízes tuberosas: possuem grande reserva nutritiva, ex. batata doce, aipim, beterraba.



Raízes aéreas – podem ser de três tipos:

a) Raízes adventícias:  partem do caule, também chamadas raizes escoras. Ex. mangue.

b) Raízes tabulares: são achatadas como tábuas, encontrada em árvores de grande porte, como a sumaúma e a sequóia.

c) Raízes sugadoras: são as plantas parasitas, como erva-de-passarinho.

d) Raízes aquáticas: desenvolvem-se na água.





Caule: o caule tem função de sustentação das folhas, flores e frutos, também pelo crescimento, e elevação das folhas para recebimento de luz e ventilação, condução da seiva bruta e a seiva elaborada, esta condução e feita pelos vasos lenhosos(seiva bruta) e crivados ou liberianos(seiva elaborada).

Partes do caule:

a) Broto terminal: ponta do caule(chamado também de olho), é nessa região que o caule cresce.

b) Brotos laterais: dão origem aos ramos.

c) Nó: é a parte onde surgem as folhas e os brotos laterais.

d) Entrenó: é a região do caule entre dois nós.

Tipos de caule: Geralmente crescem no ar, contudo pode existir embaixo da terra e /ou dentro da água.

Caules aéreos – crescem ao ar livre. Podem ser:

a)Caules eretos: crescem em posição vertical.

Existem os caules ereto sob a forma de Tronco, Ex. mangueira, jacarandá, seringueira, pinheiro, eucalipto.

Como Estipe, com folhas em todas as suas extremidades., Ex. palmeiras e coqueiros.  Como forma de Colmo, com nós bem visíveis Ex. bambu ou cana-de-açúcar. E como Haste, com caule frágil ex. salsa, alface, agrião. E outras hortaliças.

b) Caules rastejantes: crescem horizontalmente, pelo chão. Ex. melancia, abóbora, melão, pepino e batata-doce.

c) Caules trepadores: crescem apoiando-se. Ex. parreira, chuchu, maracujazeiro.

Caules subterrâneos – crescem embaixo da Terra. Podem ser como:

a) Rizomas: prolongam-se horizontalmente sob o solo. Ex. bambu.

b)  Tubérculos: ricos em substâncias nutritivas. Batatinha.

c)  Bulbos: são curtos em forma de disco. Ex. cebola

Caules aquáticos -  crescem dentro da água.



Flor

A maioria das plantas se reproduz por meio das flores.  Aí se encontram os aparelhos reprodutores e ocorre a fecundação.

A flor é formada de cálice, corola, androceu e gineceu

O cálice:  É formado por um conjunto de folhas modificadas chamadas sépalas.

A corola: É  a parte colorida da flor. É formada por folhas modificadas pétalas.

O androceu: É o órgão masculino de reprodução da flor. É  formado de estames. O estame tem as seguintes partes: antera, filete e conectivo. A antera é a região dilatada da ponta do estame. Aí se formam os grãos de pólen. O filete é a haste que sustenta a antera, e o conectivo é a região onde se ligam o filete e a antera.

O gineceu:  É o órgão feminino de reprodução da flor. É formado de carpelos. O carpelo tem as seguintes partes: O estigma; é a parte achatada do carpelo. O estilete é um tubo estreito e oco que liga o estigma ao ovário. O ovário é a parte dilatada do carpelo, geralmente oval, onde se formam os óvulos.

A fecundação: É a união de grãos de pólen com o óvulo, dando origem ao ovo ou zigoto. O transporte  e feito da antera para o estigma, esse transporte se chama polinização , ao atingir o estigma sofre  modificações tornando o tubo polínico, que atinge o ovário.

Polinização: É o transporte de grãos de pólen da antera para o estigma da flor. Pode ser da mesma flor ou de outra flor, quando é de outra flor, ocorre através do vento, insetos, pássaros, chuva ou pelo homem.





Fruto:  É o ovário de uma flor, desenvolvido após a fecundação. Geralmente o fruto tem duas partes o pericarpo e a semente.

O pericarpo tem três camadas:

Epicarpo: A casca.

Mesocarpo: A parte carnosa, geralmente comestível.

Endocarpo: A parte que envolve a semente. Ex.os caroços de manga, pêssego, azeitona.

Os frutos podem ser secos , carnosos, compostos ou falsos:

Secos: o pericarpo e bem duro. Ex., milho, amêndoa, avelã, castanha.

Carnosos: tem uma parte mole e comestível. Ex. Uva, laranja, manga, maçã, goiaba, pêssego.

Compostos: se origina de um conjunto de flores(Inflorescência). Ex. Jaca, abacaxi, espiga de milho.

Falsos: não são realmente frutos, não se origina da flor. Ex.: o caju.  Maça, morango,

A semente é o óvulo da flor desenvolvido após a fecundação:

A semente tem duas partes: tegumento e amêndoa.

Tegumento: é a casca da mente.

Amêndoa: é a parte principal da semente. Fica dentro do tegumento.

publicado por profdbio às 01:35
11
Jul 10

 

“Os Filósofos e suas Teorias”

 

 

Tales de Mileto (624 – 550 ªC.), grego. Expoente do “monismo”; é considerado o primeiro filósofo ocidental.

 

Anaximandro de Mileto (611-547 ªC.), grego. Deu continuidade à busca de “Tales” da substância universal, argumentando que tal substância não precisa se parecer com nenhuma outra conhecida.

 

Heráclito de Éfeso (533-475 ªC.), grego. Opô-se ao conceito de uma realidade única e dizia que a única coisa permanente é a mudança.

 

*Empédocles de Agrigento (c. 490-430 ªC.), grego. Acreditava que havia quatro substâncias irredutíveis (água; fogo; terra e ar) e duas forças (amor e o ódio).

 

Parmênides de Eléia (c. 495  ªC.), grego. Membro da escola eleática, e formulou a doutrina básica do “idealismo”.

 

Zenão de Eléia (c.495- 430 ªC.), grego. Argumentava que a pluralidade e a mudança são aparências, não realidade.

 

Protágoras de Abdera (481-411 ªC.), grego. Relativista e humanista, duvidou da capacidade humana de alcançar a verdade absoluta.

 

Sócrates (c. 470 – 399 ª C.), grego. Desenvolveu o “método maiêutico de investigação”, sendo sua filosofia difundida por seu aluno “Platão”.

 

Demócrito de Abdera (460 – 370 ªC.), grego. Iniciou a tradição no pensamento ocidental de explicar o universo em termos mecânicos. Acreditava que toda matéria era composta de pequenas partículas indivisíveis chamadas átomos.

 

Antístenes (c. 450-c. – 360 ªC.), grego. Líder do grupo conhecido como “Cínicos”, ressaltava a disciplina e o trabalho como um bem essencial.

 

Platão (c.428 – 347 ªC.), grego. Fundador da Academia de Atenas, desenvolveu o “idealismo de Sócrates”e foi professor de “Aristóteles”.

 

*Aristóteles foi preceptor de Alexandre, o Grande, durante três anos. Ensinou-o a espalhar-se no herói clássico grego, salientou a importância da filosofia e aconselhou Alexandre a dominar os não-gregos. As relações complicaram-se entre eles com a execução do sobrinho de Aristóteles (Calístenes de Olinto) por Alexandre. Após a morte de Alexandre, o filósofo foi vitima de uma campanha antimacedônica e acusado de ímpio. Certo da condenação, ele deixou a cidade e faleceu no ano seguinte. Aristóteles (384 –322 ªC.), filósofo e cientista grego. Seus trabalhos influenciaram toda a filosofia ocidental. Propunha a existência de quatro fatores na relação casual: “forma; matéria; motivo, que produz mudanças, e o fim, pelo qual ocorre um processo de mudança”.

 

*Pirro de Élis (c.365 – 275 ªC.), grego. Iniciou a escola cética de filosofia. Acreditava que o homem não poderia saber nada com certeza.

 

*Epicuro (341 – 270 ªC.), grego. Adepto do atomismo e hedonismo, entendia que o critério da verdade está na sensação.

 

*Zenão de Cítio (c.335 – 263 ªC.), grego. Líder dos estóicos, assim chamados, pois se encontravam em “Stoa Poikile” (Portal Pintado), em Atenas. Zenão pregava que o papel do homem era aceitar a natureza e tudo o que ela oferece, “de bom ou mau”.

 

Plotino (205 – 270), romano. Principal expoente do “neoplatonismo”, uma interpretação dos ensinamentos de Platão que posteriormente combinou-se com idéias cristãs.

 

Santo Agostinho (354 – 430), norte-africano. Foi uma das pessoas de maior influência sobre o pensamento medieval cristão, “Agostinho”, acreditava que Deus transcende a compreensão do ser humano.

 

Boécio (c.480 – 524), estadista romano. Em “A Consolação da Filosofia”, Boécio propôs que apenas a virtude é constante.

 

 

 

“Teorias de Filósofos da Idade Média”

 

 

Avicena (980 – 1037). Discípulo árabe de “Aristóteles” e do neoplatonismo cujos trabalhos despertaram interesse por Aristóteles na Europa do séc.XIII.

 

Santo Anselmo (1033 – 1109). Agostiniano e realista italiano famoso por sua prova da existência de “Deus”.

 

Abelardo (1079 – 1142). Teólogo e filósofo francês cujo nominalismo antagonizou a Igreja.

 

*Averróis (1126 98). Grande filósofo da Espanha islâmica e principal comentador de Aristóteles. Considerava a religião como alegoria para o homem e a filosofia, o caminho para a verdade.

 

Maimônides (1135 – 1204). Judeu, estudioso de Aristóteles que tentou combinar o ensinamento “aristotélico com o bíblico”.

São Tomás de Aquino (1225 – 74). Filósofo escolástico italiano que estabeleceu um paralelo entre Aristóteles e a Escritura, com base na concepção de que a fé e a razão são concordantes. Sua doutrina filosófica é conhecida como tomismo.

“Início do Período Moderno”

Desidério Erasmo (1466 – 1536), holandês. O maior dos humanistas, ajudou a difundir idéias renascentistas no norte da Europa.

 

Nicolau Maquiavel (1469 – 1527), italiano. Maquiavel colocava o Estado como o poder supremo nos assuntos humanos. Seu livro “O Príncipe”  trouxe-lhe reputação pelo cinismo amoral.

 

Francis Bacon (1561 – 1626). Estadista e filósofo da ciência inglesa. Em seu principal trabalho, “Novum Organum”, Bacon buscou renovar o sistema indutivo de lógica na interpretação da natureza.

 

Thomas Hobbes (1588 – 1626). Materialista inglês que acreditava ser a guerra o estado natural do homem. Em “Leviatã”, Hobbes traçou uma teoria de governo humano em que o estado e a subordinação do homem a ele formam a única solução para o egoísmo humano.

 

René Descartes (1596 – 1650). Dualista, racionalista e teísta francês cujo sistema “cartesiano” é a base de grande parte da filosofia moderna. Desenvolveu uma teoria de conhecimento que fundamenta a ciência e a filosofia modernas, com base na certeza da proposição “Penso, logo existo”.

Blaise Pascoal (1623 – 62). Teísta francês que afirmava que os “sentidos e a razão” são mutuamente “enganosos”, que a “verdade está entre o dogmatismo e o ceticismo”.

 

Benedicti de Spinoza (1632 – 77). Metafísico racionalista holandês que desenvolveu as idéias de “Descartes” mas, rejeitava seu dualismo.

 

Gottfried Wilhelm von Leibniz (1646 – 1716). Idealista e absolutista alemão cujo otimismo foi ridicularizado por “Voltaire” em “Cândido”. Afirmava que a realidade consiste em unidades de força chamadas “mônadas”.

 

George Berkeley (1685 – 1753). Idealista e teísta anglo-irlandês, que pregava que as coisas existem apenas enquanto percebidas e que a idéia de matéria é contraditória.

 

David Hume (1711 – 76). Empirista, filósofo e historiador escocês, que desenvolveu as idéias de “Locke” em sistema de ceticismo. De acordo com Hume, “o conhecimento humano é limitado à experiência de idéias e sensações cuja verdade não pode ser verificada”.

 

Jean-Jacques Rousseau (1712 – 78). Filósofo social e político francês, que definia um “retorno à natureza” para combater a desigualdade causada pela sociedade civilizada.

 

Immanuel Kant (1724 – 1804). Alemão, fundador da “Filosofia Crítica”. Inicialmente influenciado por “Leibniz” e depois por “Hume”, buscava um enfoque alternativo ao racionalismo do primeiro e ao ceticismo do segundo. Na “ética”, formulou o “imperativo categórico” que afirma: o que é aplicado a um dever, ser aplicado incondicionalmente a todos.

 

Jeremy Bentham (1748 – 1832). Utilitarista inglês que, como Kant, acreditava que os interesses do indivíduo concordam com os da sociedade. Considerava “o prazer e a dor”com motivação da ação correta.

 

Johann Gottlied Fichte (1762 1814), alemão. Formulou uma filosofia do “idealismo absoluto”, baseada nos conceitos “éticos de Kant”.

 

 

 

“As Teorias dos Filósofos do Século XIX”

 

 

George Wihelm Friedrich Hegel (1770 – 1831), alemão. Seu sistema metafísico era racionalista, historicista e absolutista, baseado na doutrina de que “o pensamento e o ser são o mesmo”, e que a natureza é a manifestação de um “Espírito Absoluto”.

 

Arthur Schopenhauer (1788 –1860). Idealista alemão que atribuiu à vontade um lugar de destaque em sua metafísica. Principal expoente do pessimismo, e rejeitava o idealismo absoluto e pregava que a única atitude sustentável está na completa indiferença a um mundo irracional. Afirmava que o ideal maior era a negação do querer-viver.

 

Auguste Comte (1798 - 1857), francês, fundador do positivismo, um sistema que negava a metafísica transcendente e afirmava que a “Divindade e o homem eram um só”; que o altruísmo é o dever maior do homem e que os princípios científicos explicam todos os fenômenos.

 

Ludwig Feuerbach (1804 –1872), alemão. Argumentava que a religião era uma projeção da natureza humana. Influenciou Marx.

John Stuart Mill (1806 –73) . Expoente inglês do utilitarismo; diferenciava-se de Bentham ao reconhecer diferenças na qualidade e quantidade de prazer. Sobre a “Liberdade” é seu mais famoso trabalho (1859).

 

Soren Kierkgaard (1813 – 55). Existencialista religioso dinamarquês cujo pensamento é a base do existencialismo moderno (ateísta). Pregava que a realidade residia apenas na existência e que o indivíduo possuía um valor singular.

 

Karl Marx (1818 – 83). Pensador revolucionário alemão que, juntamente com “Friedrich Engels”, fundou o comunismo moderno. Marx também foi importante seguidor de “Hegel”.

 

Herbert Spencer (1820 - 1903). Evolucionista inglês cuja sua “Filosofia Sintética” interpretava todos os fenômenos de acordo com o princípio do progresso evolucionário. (O ser humano teria que, evoluir e respeitar as leis, dentro de uma sociedade e, de acordo com a necessidade exigida pela maior parte da sociedade).

 

*Charles S. Peirce (1839 – 1914). Físico e matemático, norte-americano, fundador da escola filosófica chamada de “Pragmatismo”. Considerava a “lógica” a base da filosofia e entendia que o critério de uma crença é dado pelas suas conseqüências práticas. Ex.: Na Religião (Africanista) de Matriz Africana, entre o “Fundamento e os Rituais” praticados por seus adeptos, têm que haver a “lógica” entre os mesmos, (Fundamento (base) da Religião de Matriz Africana e seus diversos Rituais, caso não exista a “lógica” entre os mesmos, então, não existe Religião de Matriz Africana). A “lógica” é a base, o fundamento desta Religião, sendo o seu maior segredo. Por isso, que todos os “Rituais” praticados por seus adeptos são baseados no “Fundamento” e com a “lógica” entre os mesmos. Charles, também estudou e baseou-se na “teoria da lógica”, bem como, muitos historiadores, antropólogos e filósofos (na – lógica -da Religião Primitiva Africana).

 

William James (1842 1910). Psicólogo e Pragmatista, norte-americano. Ele afirmava que a realidade está sempre no “fazer-se” e que cada um deveria escolher a filosofia mais adequada a si próprio.

 

Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844 – 1900). Alemão. Ele afirmava que a “vontade de poder” é básica na vida e, que o espontâneo é preferível ao metódico. Atacou o “Cristianismo”, principalmente, por ser um sistema que apoiava os fracos, enquanto o valor maior pertence ao “além-do-homem”.

Nietzsche – Foi um extraordinário poeta e romancista e um dos mais influentes filósofos modernos. Por motivos de saúde, renunciou a um cargo em uma Universidade na Suíça em 1879 e passou a década seguinte escrevendo suas principais obras, no ritmo de um livro por ano. Sua existência criativa terminou num colapso mental em 1889. Após sua morte, em 1900, sua irmã Elizabeth Foerster deliberadamente desvirtuou seus pensamentos com objetivos nacionalistas e anti-semitas.

 

 

 

“Teorias de Filósofos do Século XX”

 

Gottlob Frege (1848 – 1925). Matemático alemão que revolucionou a lógica formal e abriu caminho para a filosofia analítica.

 

Henri Bergson (1859 1914). Evolucionista francês que defendia a existência de um “impulso vital” que leva o mundo adiante, sem início ou término definido. Acreditava que o futuro era determinado pela escolha de alternativas feitas no presente.

 

John Dewey (1859 – 1952). Pragmatista, norte-americano, que desenvolveu um sistema conhecido como “instrumentalismo”. Considerava o homem em continuidade com a natureza, mas distinto dela.

Edmund Husserl (1859 – 1938), alemão. Fundador da “fenomenologia”. Procurava fundamentar o conhecimento na experiência pura sem pressupostos.

*Alfred North Whitehead (1861 – 1947). Evolucionista e matemático britânico, que defendia que a realidade não deveria ser interpretada em termos “atomísticos”, mas em termos de processo. Afirmava que “Deus” está intimamente presente no universo – visão chamada de “Panteísmo”. Ex.: Todos os Bàbálóòrìsàs e Iyálóòrìsàs, bem como, adeptos das Religiões de Matriz Africanas são “Panteístas”.

 

Benedetto Croce (1866 1952), italiano. Destacou-se por seu papel na retomada do realismo histórico.

 

Bertrand Russell (1872 – 1970). Agnóstico britânico, que adotou vários sistemas filosóficos antes de apresentar o “positivismo lógico” – visão segundo a qual o conhecimento científico é o único conhecimento factual.

 

George Edward Moore (1873 – 1958). Filósofo moral britânico, que desenvolveu a doutrina do “utilitarismo ideal”.

 

Martin Heidegger (1889 – 1973). Discípulo alemão de Husserl, que deu continuidade ao desenvolvimento da “fenomenologia” e muito influenciou os existencialistas ateístas.

 

Gabriel Marcel (1889 – 1973), francês. Inicialmente aluno de idealistas de língua inglesa, Marcel preocupava-se com o problema cartesiano da relação entre mente e matéria.

 

*Ludwig Wittgenstein (1889 –1973), austríaco. O mais influente filósofo do séc. XX; Ludwig desenvolveu dois sistemas filosóficos altamente originais, porém incompatíveis, dominados pela preocupação com as relações entre o mundo e a linguagem.

 

Herbert Marcuse (1898 – 1979). Filósofo teuto-americano que tentou combinar existencialismo e psicanálise com um marxismo libertário que era crítico do comunismo.

 

*Gilbert Ryle (1900 – 1976), britânico. Estudou a natureza da filosofia e o conceito da mente, a natureza do significado e a filosofia da lógica.

Sir Karl Popper (1902 – 1994). Racionalista crítico britânico; defendia que a verdade das leis científicas nunca será provada e que o máximo que se pode supor é que elas sobrevivam às tentativas de refutá-las.

 

Theodor Adorno (1903 – 1969). Filósofo alemão que combinava marxismo com estética vanguardista.

 

Jean-Paul Sartre (1905 – 1980). Influente filósofo francês que desenvolveu o pensamento existencialista de Heidegger. Defensor ateísta de uma existência humana irracional e subjetiva, seu lema era “a existência é anterior à essência”.

Maurice Merleau-Ponty (1907 – 1961). Fenomenólogo francês que insistia no papel do corpo humano em nossa experiência do mundo.

 

Simone de Beauvoir (1908 1986). Existencialista francesa que fundou a filosofia feminista moderna.

 

Claude Lévi-Strauss (nasc.; em 1908). Antropólogo francês e defensor do estruturalismo, seus trabalhos investigam a relação entre a cultura (um atributo da humanidade) e natureza com base na característica distinta do homem – a capacidade de se comunicar numa língua.

 

Willard van Orman Quine (nasc.; em 1908). Filósofo norte-americano que combinou pragmatismo com positivismo lógico e destruiu vários dogmas da fase inicial da filosofia analítica.

 

Sir Isaiah Berlin (nasc.; em 1909). Filósofo moral e político e historiador britânico que salientou a importância dos valores morais e a necessidade de rejeitar o determinismo se houvesse interesse em preservar os ideais de responsabilidade e liberdade humanas.

 

Alfred J. Ayer (1910 – 1989), britânico. Foi o principal defensor do positivismo lógico desenvolvido a partir de Russell.

 

Donald Davidson (nasc.; em 1917), norte-americano. Filósofo da linguagem e seguidor de Quine.

 

Juergen Habermas (nasc.; em 1929), alemão. Crítico marxista com fortes tendências Kantianas e liberais.

 

Jacques Derrida (nasc.; em 1930), francês. Fundador do desconstrutivismo, uma evolução da técnica de Heidegger de interpretar filósofos tradicionais com muito cuidado para revelar sua constante incoerência.

 

*/** = Teorias filosóficas; existentes, na Religião de Matriz Africana (Africanistas), acredito que, muitos desses filósofos estudaram a teoria básica (fundamento – Religião Africana Primitiva), principalmente, a filosofia da lógica entre o “Fundamento e Rituais Religiosos Primitivos Africanos”. 

 

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publicado por profdbio às 00:04
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