30
Jun 10

AS ESTATÍSTICAS NÃO MENTEM !

 

E ENTÃO QUEM D NÓS 4 VC ACHA Q É ?


*creditos:http://boaspiadas.blogspot.com/

publicado por profdbio às 23:32
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30
Jun 10

 

 

publicado por profdbio às 22:03
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30
Jun 10

publicado por profdbio às 22:02
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30
Jun 10

Este 'post' foi um trabalho sobre prevenção de doenças veiculadas por alimentos, elaborado pelas alunas Bárbara Aparecida Barbosa e Keiliane Pereira de Paula, ambas alunas do SENAC e do 3º ano do Ensino Médio (turma 301), da E.E. Prefeito Joaquim Pedro Nascimento, em Gov.Valadares - MG.

As DVAs freqüentemente apresentam sintomas como dores abdominais, diarréia, náuseas, vômitos e/ou febre.
As doenças de origem alimentar podem ser reunidas em dois grupos: as infecções e as intoxicações, sendo mais comum às infecções do que as intoxicações.

INTOXICAÇÃO X INFECÇÃO: VOCÊ SABE A DIFERENÇA?


Na intoxicação, a contaminação ocorre após a ingestão de alimentos que contêm toxinas produzidas por microrganismos que podem atacar a parede intestinal. Já na infecção, os microrganismos patogênicos são ingeridos com os alimentos contaminados, e passam a colonizar o organismo ou produzir toxinas.

DICAS IMPORTANTES PARA EVITAR AS DVAs


• Lave as mãos antes de preparar os alimentos;
• Lave as frutas, verduras e legumes em água corrente, limpa e tratada. As verduras, frutas e legumes consumidos crus devem ser desinfetados com água e hipoclorito de sódio (água sanitária), utilizando – se os seguintes produtos e técnicas:
* Para 1 litro de água, utilizar uma colher de sopa de água sanitária (2% a 2,5%), sem cheiro, sem corante, sem detergente e de procedência confiável. Deixe os legumes, as frutas e as verduras nessa solução por 15 minutos de enxágüe em água corrente.
*Em caso de hipoclorito de sódio (água sanitária) fornecido pelo posto de saúde, siga as instruções contidas na embalagem;
• Pessoas que apresentem feridas nas mãos deverão desinfetar e cobrir muito bem esse ferimento para não contaminar os alimentos;
• Pessoas com sintomas de intoxicação ou infecção alimentar não devem preparar ou manipular alimentos;
• Cozinhe bem os alimentos. Ferva o leite antes de consumir;
• As carnes devem ser muito bem cozidas;
• Não consuma ovos crus nem alimentos que levem ovos crus em sua preparação, como maionese caseira, gemada, glacês, ovo pochê. Para esses tipos de pratos, utilize ovos pasteurizados ou em pó. Utilize maionese industrializada ou prepare o creme de maionese com ovo cozido;
• Não utilize ovos com casca rachada;
• Não deixe os alimentos prontos em temperatura ambiente (em cima do fogão, no forno, sobre a pia) por mais de 30 minutos;
• Quando comprar alimentos, coloque por último no carrinho de compras as carnes, peixes, queijos, iogurtes e outros alimentos perecíveis que necessitam de refrigeração;
• Os produtos que necessitam de refrigeração não podem ficar mais de 30 minutos em temperatura ambiente;
• Lave muito bem com água e sabão os utensílios, tábuas de corte, panela, e pias, mantendo-os rigorosamente limpos;
• Na geladeira, armazene nas prateleiras superiores alimentos prontos para o consumo, os semiprontos ou pré – preparados, nas prateleiras do meio e os produtos crus, nas prateleiras inferiores, separados entre si e dos demais produtos;
• Reaqueça bem os alimentos vencidos;
• Evite o contato entre alimentos crus e cozidos;
• Mantenha os alimentos e/ou preparações fora do alcance de insetos e animais;
• Não deixe o lixo exposto ou aberto na área de preparação dos alimentos;
• Utilize somente água tratada ou fervida;
• Limpe a caixa d’ água de sua residência a cada seis meses;
• Após a manipulação de alimentos, principalmente carnes, limpe cuidadosamente as superfícies como pia da cozinha, tábuas de corte e utensílios;
• Descongele os alimentos na geladeira e nunca na pia da cozinha;
• Não deixe que os restos de alimentos de origem animal entrem em contato com outros alimentos;
• Utilizar maionese somente industrializada ou maionese feita em casa, mas usando ovos pasteurizados ou em pó;
• Guardar produtos perecíveis na geladeira;
• Uma vez descongelado, um alimento não deve ser congelado novamente;
• Após tirar um alimento da sua embalagem original, guarde as sobras em um vasilhame limpo, seco ou um vidro, se houver saída de gás, jogue fora, pois é sinal de contaminação de bactérias. O mesmo deve ser feito se a cor ou a textura estiver estranha;
• Nunca utilize produtos vencidos;

COMO COMPRAR UM ALIMENTO SEGURO


• O estabelecimento em que você compra os alimentos deve estar sempre limpo, arejado e iluminado;
• Observar as condições de higiene do manipulador;
• Evitar comprar alimentos de ambulantes;
• Não permitir que alimentos como pães, doces e frutas sejam embalados inadequadamente (jornal);
• Ao fazer compras, deixe para o final os alimentos que necessitam de refrigeração ou congelamento;
• Não comprar produtos com validade vencida; lata estufada, amassada e enferrujada; vidro com líquido turvo ou com espuma ou com a tampa enferrujada; embalagens plásticas ou de papel amassadas.

Órgão oficial de regulamentação e vigilância sanitária
ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária
extraído de:http://bahlaiuhdagata.blogspot.com
publicado por profdbio às 21:47
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30
Jun 10

As palavras e as coisas

por Gerardo Furtado

Não, eu não vou escrever sobre Foucault. Meu objetivo nesta presente e curta nota é bem mais simples e pontual, e mesmo assim não se pode descrevê-lo como destituído de controvérsias. Nomeadamente, este objetivo é descrever como a necessidade de nomear as coisas e as estruturas pode levar a complicações gratuitas e desnecessárias na biologia evolutiva.

Certamente temos que dar nome às coisas (para não falar nos fenômenos e nas atividades) que estudamos e descrevemos. Não podemos usar apenas dêiticos e adjetivos para nomear toda a infinidade de estruturas que existem no mundo vivo, se quisermos ter uma comunicação científica minimamente adequada (ainda assim, é enorme o número de estudantes que acha que certos nomes complicados foram inventados com a expressa intenção de dificultar a vida dos alunos…). Nomeamos as estruturas tanto com raízes gregas modificadas, às vezes com a adição de alguns elementos de latim, como com palavras comuns próprias de nossa língua.

Costumamos nomear as estruturas do mundo vivo nos baseando em suas funções, ou em suas supostas funções. As asas de uma mosca, por exemplo, só têm esse nome por causa da sua relação com o vôo, pois seria bem mais adequado um nome mais técnico, como notoplaca ou algo que o valha. Ainda falando de moscas, denominamos-lhes os apêndices torácicos de patas tendo em vista apenas sua função (não consigo esquecer de Sócrates e Cairefonte tentando calçar as patinhas de uma pulga com botinhas de cera, numa das passagens mais fantásticas de Aristófanes…), e chamamos de pêlos as projeções filamentosas de seu exoesqueleto apenas porque se parecem com os pêlos dos mamíferos, que são estruturas bem diferentes, oriundas da atividade mitótica de células epiteliais. Alguns outros nomes, por razões filológicas e etimológicas, são completamente inadequados, pois abandona-se uma nomenclatura técnica em favor de uma denominação histórica. O que dizer de pâncreas, que significa “todo carne” (παν κρεας)? Um caso ainda mais curioso: fígado, em latim, é iecur; denominava-se iecur ficatum o fígado de aves engordadas com iguarias como figo. Com o tempo, foi-se o substantivo e ficou apenas o adjetivo, ficatum. Ósculo, a abertura da espongiocele nos poríferos, significa boquinha (do latim os, com o sufixo do diminutivo neutro, -ulum).

E aqui, portanto, surgem os problemas. Por que a adequada denominação das estruturas seria tão fundamental e importante para a biologia evolutiva? Porque, na biologia evolutiva, estudamos diferentes organismos, diferentes entidades biológicas, cujas estruturas e componentes mudam radicalmente ao longo do tempo. Assim, uma das principais tarefas da biologia evolutiva (e certamente da sistemática filogenética) é dar conta de toda essa biodiversidade, e explicar, da melhor maneira possível, a história evolutiva das entidades biológicas, esclarecendo e detalhando suas relações de parentesco.

Quando o biólogo evolutivo tenta estabelecer as relações de parentesco entre diferentes taxons, dois conceitos fundamentais devem estar bem claros: as homologias e as homoplasias. O conceito de homologia é unificador, pois evidencia que as entidades biológicas possuidoras de uma determinada estrutura compartilham um ancestral comum, que lhes forneceu a estrutura em questão. Não menos importante é o conceito de homoplasia, que nos mostra que uma dada estrutura pode ser compartilhada por razões outras que a ancestralidade comum. Citando literalmente o prof. Dalton Amorim, em seu já clássico “Fundamentos de sistemática filogenética”:

Homoplasia: s.f., Relação de semelhança entre estruturas em indivíduos ou espécies distintas presente em cada um deles devido à ocorrência independente, em níveis de generalidade distintos, de modificações que resultaram na condição apomórfica semelhante.

Desta forma, poderíamos muito bem dizer que os pêlos de uma mosca e os pêlos de um mamífero são uma homoplasia, pois se trata de uma condição apomórfica semelhante. Mas precisamente aqui reside meu argumento e minha contestação: até que ponto há semelhança estrutural entre o pêlo de uma mosca e o pêlo de um mamífero, se hipoteticamente conseguirmos nos livrar por um instante do nome “pêlo”? Qual o papel do nome “pêlo” em nossa imagem mental da estrutura? Quanto a esse ponto já havia alertado o prof. Charles Morphy, em um artigo sobre homologia, quando diz que “existem asas de aves, de pterossauros, de morcegos, de insetos, asas de aviões e asas da imaginação”.

Considero que não há relação alguma entre os pêlos de um mamífero e os pêlos de uma mosca, ou seja, que essas estruturas não são nem homólogas nem homoplásicas, simplesmente porque são estruturas completamente distintas. Para uma demonstração do que quero defender, pergunte a si mesmo: “as folhas de uma laranjeira e o fêmur de um rinoceronte são estruturas homólogas ou homoplásicas?” Fiz um exemplo propositadamente exagerado, para mostrar que é perfeitamente cabível a resposta “nenhum dos dois”. Tratando-se de estruturas tão notadamente diferentes, não cabe aqui a determinação de homologia ou de homoplasia.

Uma objeção ao meu argumento seria dizer que, quando definimos como homoplasias o pêlo de uma mosca e o pêlo de um mamífero, a asa de um gafanhoto e a asa de uma coruja, o ósculo de uma esponja e a boca de um tubarão, a pata de uma aranha e a pata de um cachorro, estamos esclarecendo para o aluno que essas estruturas não são compartilhadas nos diversos organismos citados por estarem presentes em seus ancestrais comuns, ou seja, que não se trata de semelhança por descendência. Mas a mesma mensagem seria enviada se disséssemos que não é nem uma homologia nem uma homoplasia, pois já quando definimos não se tratar de uma homologia estamos deixando bem claro que a estrutura em questão não ocorria no ancestral comum dos organismos considerados.

O que me preocupa, nesses casos, é que o aluno não perceba que o nome “pêlo” é histórica, antropológica, social, linguística e filologicamente restringido, e que independente de seu nome a estrutura em questão deve ser adequadamente compreendida: anatomicamente, histologicamente, ontogeneticamente, molecularmente etc…

Convém, portanto, chamar os “pêlos” das moscas de cerdas. Bom, isso evitaria uma série de mal entendidos… Mas espere um instante: qual a relação das cerdas das moscas com as cerdas dos ctenóforos?

publicado por profdbio às 21:34
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30
Jun 10

O que não MATA,ENGORDA !

publicado por profdbio às 17:07
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28
Jun 10

Dilma falsifica seu curriculo no Lattes
O site da Plataforma Lattes, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), adverte todos os cadastrados em seu banco de dados que fornecer informações falsas é crime passível de punição pelo Código Penal, como falsidade ideológica, com prisão de um a cinco anos.

O currículo de Dilma no Lattes estava errado e só foi corrigido nesta segunda-feira por ela. A ministra se identificava até então como "mestre em teoria econômica pela Universidade de Campinas (Unicamp) e doutoranda em economia monetária e financeira pela mesma universidade", sem ter esses títulos.

O Lattes, conceituado banco de dados acadêmicos do país, é atualizado pelo próprio cadastrado, que se responsabiliza pelas informações e só pode fazer inclusão ou atualização se aceitar o termo de Adesão e Compromisso, que cita os artigos 297 e 299 do Código Penal. Cada usuário tem uma senha, e digita também o número do seu CPF.

Como conduta e obrigação o CNPq exige:
"a) fornecer informações verdadeiras e exatas; b) aceitar que o usuário é o único responsável por toda e qualquer informação cadastrada em seu currículo, estando sujeito às consequências, administrativas e legais, decorrentes de declarações falsas ou inexatas que vierem a causar prejuízos ao CNPq, à Administração Pública em geral ou a terceiros".

Fonte: O Globo

 

(EXTRAÍDO DO http://blogdaunr.blogspot.com/2010/01/dilma-roussef-falsifica-seu-curriculo.html)

publicado por profdbio às 21:38
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28
Jun 10

Assim, sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao mesmo resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Essa minoria, porém, dizem os marxistas, compor-se-á de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e pôr-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado; não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo. Quem duvida disso não conhece a natureza humana.

Bakunin

 

Михаил Александрович Бакунин

publicado por profdbio às 19:08
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25
Jun 10

Flores Astrais

Secos & Molhados

Composição: João Ricardo / João Apolinário

Um grito de estrelas vem do infinito
E um bando de luz repete o grito
Todas as cores e outras mais
Procriam flores astrais
O verme passeia na lua cheia


publicado por profdbio às 14:58
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25
Jun 10

Mikhail Aleksandrovitch Bakunin

publicado por profdbio às 14:43
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